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Criação do universo e do ser humano

Criação do universo e do ser humano

Análise Bíblica acerca dos conteúdos da criação - Gênesis - capítulos 1-11, bem como da formação patriarcal de Israel e dos personagens Abraão, Isaac, Jacó e José.


Aqui se encontra uma breve análise dos textos bíblicos que discorre sobre a criação do universo e do ser humano, Gênesis, o primeiro livro do Pentateuco, esta narrativa bíblica se encontra nos capítulos 1-11 do livro de Gênesis. Nos capítulos 12-50 veremos a formação patriarcal e matriarcal de Israel e dos grandes personagens que marcaram a história da humanidade: Abraão, Isaac, Jacó e José.  Os cinco primeiros livros da bíblia na tradição cristã são chamados de Pentateuco em grego: "he Pentateuchos (subentendidos biblos), o livro em cinco volumes, que foi transcrito em Latim como Pentateuchus ( subentendido liber), donde a palavra portuguesa Pentateuco" (Bíblia de Jerusalém, 2002, p.21); na tradição judaica este conjunto de livros é chamado de Torá ou lei. Os judeus de língua hebraica deram-lhe o nome de "os cinco quintos da lei".

O livro do Gênesis divide-se em duas partes: história primitiva - capítulos 1-11 e história patriarcal - capítulos 12-50.   De acordo com a introdução do Pentateuco na bíblia de Jerusalém, a primeira parte relata as origens do mundo, e a humanidade inteira. Descreve a criação do universo e do ser humano, a queda original e suas consequências, e a perversidade crescente, castigada pelo dilúvio. A repovoação da terra se da a partir de Noé. A segunda parte (12-50) descreve a história patriarcal, que evoca a figura de Abraão, o homem da fé, obediente e temente a Deus o qual Deus o recompensa com a promessa de numerosa descendência e aos seus descendentes a Terra Santa (12,1-25,18); Jacó, homem da astúcia que rouba a benção de seu pai Isaac e o direito de primogenitura de seu irmão Esaú. Entre Abraão e Jacó, Isaac é um personagem bastante que pouco se destaca, devido sua narrativa ser em vista de seu pai Abraão e de seu filho Jacó. "Os doze filhos de Jacó são os antepassados das doze tribos de Israel. Há um deles é consagrado todo o final do livro de Gênesis: os caps. 37-50 (menos 38 e 49) são uma biografia de José, o homem da sabedoria". (Bíblia de Jerusalém, 2002, p. 2).

A narrativa da criação (Gênesis de 1-11) é composta por uma arte literária, que contem poemas, narrativas, pequenos contos, símbolos etc. São temas importantíssimos para a fé judaica e cristã e para aqueles e aquelas que queiram viver bem, amar os semelhantes e cuidar da vida do planeta.

Gênesis 1,1-2, 4a; 2, 4b-24: "a criação do universo e da humanidade"

Há duas narrativas diferentes sobre a criação na bíblia. A primeira é uma narrativa poética, numa linguagem solene e ordenada. A segunda é mais sucinta e simples.  Podemos perceber algumas diferenças que aparecem nos textos.

Gênesis 1,1 - 2,4a

Gênesis 2,4b-24

Gn 1,1: no princípio Deus criou o céu e a terra

Gn 2,4b: Iahweh Deus fez a terra e o céu

Deus cria

Deus modela

Gn 1,2: a terra estava vazia e vaga, as trevas cobriam o abismo, e um sopro de Deus agitava a superfície das águas.

Gn 2 - Iahweh Deus não tinha feito chover sobre a terra ...

No primeiro relato Deus cria a luz, o firmamento, separa as aguas da terra e faz crescer as plantas, e por ultimo cria o seres humanos.

No segundo relato, primeiro Deus, do solo modela o homem e o coloca no jardim

Deus cria pela palavra

Iahweh Deus trabalha como oleiro e agricultor

Fala da criação do céu, do mar e da terra, luz, luzeiros maiores e menores.

Menciona somente a criação da terra e dos seres vivos.

1,11: fala do surgimento de plantas frutíferas sobre a terra, sem distinção alguma.

2,9: Menciona plantas de frutos bons e destaca a arvore do conhecimento do bem e do mal.

Deus cria o homem e a mulher depois de toda a criação e os abençoa.

O homem é o primeiro a ser modelado e ele dá o nome a todo os animais, aves do céu e feras.

A descrição da criação é completa e apresenta uma perspectiva positiva, perfeita e universal. O contentamento de Deus é repedido sete vezes.

O principal enfoque é a criação da humanidade e das condições de sua sobrevivência na terra. Nem tudo é positivo neste relato: árvore do bem e do mal.

Foi escrita por um grupo de sacerdotes exilados na Babilônia, por volta do ano 550 a.C.

Apresenta tradições antigas, sua redação iniciou-se pelo ano 950 a.C., em Jerusalém durante o reinado de Salomão, filho de Davi.

Esses relatos foram escritos por autores diferentes, em épocas diferentes. Mais tarde possivelmente no período de Neemias e Esdras, entre 450 e 350 a.C., eles foram colocados lado a lado.

Sabemos que é necessário contextualizar o texto, para que não haja equívocos na interpretação e assim podermos compreender a essência do texto e o que realmente os autores querem dizer. Nestes capítulos citados acima, observa-se que o primeiro texto foi escrito em uma época de sofrimento e distanciamento de sua pátria, o exílio da Babilônia. Os exilados ficam sem terra, sem rei e sem templo. A partir dessa situação de perda da identidade, nasce a preocupação de explicar as razoes da derrota e do exilio. Sacerdotes, profetas e sábios procuram dar uma resposta para aquele momento. O povo judeu estava em crise, muitos perderam a fé, pensando que Deus os havia abandonado. Cada povo buscava responder a seu modo, as questões existenciais do ser humano sobre a origem do universo, da vida e da morte, do bem e do mal. A essa necessidade os povos criaram mitos para dar sentido e respostas as necessidades existências de seu tempo. O mito não se reduz a uma história falsa, ele é coberto de simbologias importantes para a vida do povo. O termo em grego mythos significa história que se conta.

Entre os babilônios, os símbolos do divino eram: os astros, o sol, a lua e certos animais e o texto de Gênesis revela que Deus sempre existiu, Deus criou tudo que existe, Iahweh é o criador do sol, da lua, e das estrelas. Os astros não são deuses.

Os judeus vivendo como escravos na Babilônia e em contato com outras divindades e sendo conhecedor do mito da criação segundo os babilônios escrevem então sua própria versão. No inicio do poema da criação há um titulo: "no principio, Deus criou o céu e a terra"( tema principal: Deus cria o mundo). O nome de deus aparece 35 vezes nesse poema, a terra e o firmamento aparecem 21 vezes. Os autores insistem que o verdadeiro Deus não é Marduk, nem a deusa Sin, mas o Deus de Israel. Para os babilônicos, o universo surge da luta entre as divindades; em Gn 1, não há batalha entre divindades, Deus é único e cria, de maneira ordenada, a partir de sua palavra.

Gênesis 2, 4b-24, os escritores do grupo javista fazem este relato por meio de comparações, com muitos elementos simbólicos para comunicar sua mensagem como: o barro, sopro, Costela, jardim, arvore da vida, arvore do conhecimento do bem e do mal, Adão (adam, humanidade). Os escritores do grupo javista tinham um contato muito forte com a terra, eram trabalhadores, por isso identificam Deus como um agricultor. Neste texto o autor amplia a missão do ser humano: cultivar e guardar, shamar, que também pode ser traduzido por cuidar, preservar. A criação de Deus continua por meio da ação do ser humano. Somos, portanto, chamados a ser co-criadores com Deus.

Os capítulos 12-50 relata a história patriarcal de Israel. Aqui vamos ver a narrativa dos patriarcas e matriarcas da bíblia. São homens e mulheres que marcaram profundamente a história do povo de Deus. Testemunharam sua fé, nos deixaram grandes exemplos de fidelidade, de amor e de compromisso com a comunidade. Eram seminômades que viviam em tendas e em busca de alimentar o seu rebanho. Os personagens Abraão, Isaac, Jacó, José são os que mais se destacam nessas narrativas.

Segundo Nilo Luza, Os capítulos 12-50 de Gênesis formam a "pré-história de Israel". Essas narrativas patriarcal de Abraão, Isaac, Jacó e seus filhos  abrange um período anterior à formação do povo de Israel, antes de tomar posse de Canaã, ou seja, antes que começasse a viver como povo na Palestina. Segundo os estudiosos o período aproximado é cerca de 600 anos, de 1800 a 1200. Mais do que laços de sangue, essas pessoas foram unidas pelos laços da fé. Sua importância está ligada aos lugares sagrados. O nome de Abraão está ligado aos santuários de Siquém e Mambré; Isaac relaciona-se ao santuário de Bersabéia; Jacó, por sua vez, ao santuário de Betel. Nesses lugares, Deus aparece a essas personagens e daí deriva a famosa trilogia: Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó.

As narrativas do Ciclo de Sara e Abraão (Gn 11,27- 25,18) começam pelos caminhos percorridos pelos descendentes de Taré e a promessa dada a Abraão (12,1-9). O sonho de todo seminômade é ter terra boa para plantar e morar e Deus faz essa promessa a Abraão. "Eu farei de ti um grande povo, eu te abençoarei [...]"(Gn 12,2). "Ergue os olhos para o céu e conta as estrelas, se as pode contar [...]" (Gn 15, 5). Assim sai de Ur em busca da terra prometida e de uma descendência numerosa. Para os seminômades a terra estava relacionada a vida pastoril e camponesa. O povo vivia em busca de condições melhores de sobrevivência, migravam de lugar a outro. Com isso corria grandes perigos, tais como: assédio sexual, violência física, ameaça à vida, medo, mentiras. Para que a promessa de Deus se realize é preciso que Abraão saia de si mesmo e se deixe conduzir por Deus. Com ele se inicia a caminhada da história da salvação. Exemplo de confiança em Deus e acreditando na promessa do Senhor, não teme partir para uma terra desconhecida.

Segundo Jacil Rodrigues de Brito, Abraão foi o primeiro homem com quem Deus fez uma aliança fundamentada nos parâmetros culturais de sua sociedade. A aliança se apresenta com duas questões exigentes naquele tempo a da fé e a circuncisão.  A fé é algo de mais belo no interior do ser humano. Abraão fez a experiência profunda de Deus, portanto é cumulado de bênçãos e todos que entravam em contato com ele também eram abençoados.

Ele foi um homem obediente e temente a Deus. Por sua fidelidade ao chamado que Deus lhe faz e por sua obediência é recompensado por Deus, se torna Pai de uma grande nação. O pai dos povos. Em Gênesis 22 sua fé é provada. Esse relato implica, no entanto a condenação muitas vezes pronunciada pelos profetas dos sacrifícios de crianças. Justifica a prescrição ritual dos resgates dos primogênitos de Israel: estes como as primícias pertencem a Deus, embora não devam ser sacrificados, mas resgatados.

Isaac e Rebeca:  O nome Isaac significa "Deus sorri", filho de Abraão e Sara. Recebe este nome porque Sara ao receber a notícia que seria mãe, ri, pois ambos já eram de idade avançada e Sara estéril. Quase foi sacrificado pelo pai e no fim da vida é enganado pela esposa na bênção da primogenitura. Casou-se com Rebeca. Isaac é um pouco apagado nas narrativas, somente o capítulo 26 diz respeito diretamente a ele, mas os episódios têm seus paralelos na história de Abraão.

Jacó e Raquel: Jacó significa "que Deus proteja". Filho de Isaac e Rebeca, teria esse nome ligado ao fato de ele segurar o calcanhar de seu irmão gêmeo no momento do nascimento, mas, segundo Gn 27,36 porque enganou seu irmão ao roubar-lhe a primogenitura. A raiz da palavra "jacó" como nome significa "calcanhar" e como verbo "suplantar". Mais tarde recebeu o nome de "Israel". Mesmo passando por provações, obedece a Deus em tudo e se mantém sempre fiel. No cap. 30 realça a retidão de Jacó e a proteção divina. No cap. 32, 23-33 a cena representa a luta de Jacó com Deus, o combate espiritual e a eficácia da oração perseverante. Jacó foi um dos grandes patriarca de Israel.

Os capítulos 29 e 30, do livro de Gênesis, descreve o nascimento da maioria dos filhos de Jacó. Lia deu quatro filhos à Jacó: Ruben, Simeão Levi e Judá (Gênesis 29:31-35).
Raquel não havia tido filhos, então deu sua serva Bala à Jacó. Bala teve dois filhos Dã e Naftali (Gênesis 30:1-8). Vendo que não estava mais concebendo, Lia deu sua serva Zelfa à Jacó como esposa. Ela concebeu mais dois filhos a quem Lia chamou de Gad e Aser (Gênesis 30:9-13). Porém Lia teve  mais dois filhos Issacar e Zebulon (Gênesis 30:14-15), e uma filha chamada Diná (Gênesis 30:14-21). Raquel depois de um longo período de esterilidade concebeu seu primeiro filho, José (Gênesis 30:22-24) e mais tarde Benjamim (Gn 35,20).

Deus prometeu aos três principais patriarcas - Abraão, Isaque e Jacó - que ele faria de suas descendências uma grande nação e que daria a eles a terra de Canaã para que morassem. Porém foi pelo nome dado por Deus a Jacó, "Israel" que essa nação é conhecida.
A maneira que o nome de Jacó foi usado, reflete a importância que ele ocupa na história da nação como o pai das doze tribos de Israel. José (Gn 30.22-24), foi vendido por seus irmãos como escravo ao faraó  (Gn 37), rei do Egito. José cresceu na graça e na sabedoria de Deus e a Ele era fiel, (Gn 39.2-6,21-23)  não foi desamparado pelo Senhor. Tornou-se um homem querido pelo faraó (rei do Egito) e foi promovido a governador do Egito (Gn 41.37-46). Salvou seus familiares da grande fome em Canaã (Gn 46.1-7). Sua família recebe do faraó terras, para que a sobrevivência (Gn 47.5-12). Os caps. 37-50 de Gênesis é dedicado é dedicado a José, exceto o 38 e 49.

 Dessa forma os israelitas prosperaram e foram abençoados por Deus; tornaram  ricos e tão numerosos que assustaram o reino egípcios. Foram subjugados militarmente e submetidos à escravidão (Ex 1.7-14).

Assim se dá a formação patriarcal do povo de Israel. Esses relatos nos faz compreender a história da Salvação e a manifestação de Deus a humanidade; ao povo sofrido, sem esperança em busca de sobrevivência e de conservar o nome de Deus no coração de cada do ser humano. Os patriarcas e as matriarcas são exemplos de fidelidade ao projeto de Deus e a missão que nos foi confiada. Deus está sempre ao lado de seu povo e se manifesta com grande compaixão e misericórdia. Não devemos temer diante dos desafios da vida.

 

Referências

BIBLIA DE JERUSALEM. São Paulo: Paulus, 2002.

BRITO, Jacil Rodrigues. Vós sereis o meu povo e eu serei o vosso Deus: Teologia da Aliança. São Paulo: Paulinas, 2004.

CUSTÓDIO, Maria Aparecida. Pentateuco e Históricos. Batatais SP: Centro Universitário Claretiano, 2013

 

 

Ir. Zeli Garcia Dutra, mnsg


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