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Domingo de Ramos

Ir. Raquel Fialho

Dia 25 de março de 2018 - Domingo de Ramos - Ano B

 

"Meus Deus, me Deus, por que me abandonaste?"

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém!

Procuro um local tranquilo e uma posição agradável. Coloco-me na presença de Deus. Abro-me à ação do Espírito Santo para que Ele continue a falar em mim e que eu possa meditar a Palavra e coloca-la na minha vida. Tomo consciência das inspirações que provém da Palavra de Deus.

 

Cantar: .A nós descei divina luz.


Meu Senhor e meu Pai! Envia teu Santo Espírito para que eu compreenda e acolha tua Santa Palavra! Que eu Te conheça e Te faça conhecer, Te ame e Te faça amar, Te sirva e Te faça servir, Te louve e Te faça louvar por todas as criaturas. Faze, ó Pai, que pela meditação desta palavra eu me abro para acolher a vossa vontade e que eu tenha forças para ir ao encontro de meus irmãos e irmãs. Amém.


Cantar: Eu confio em nosso Senhor. Com fé, esperança e amor.


1.  Ler (e reler) o texto de
Mc 15,1-39 pausadamente.

N (Narrador) Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo segundo Marcos.
15,1 Logo pela manhã se reuniram os sumos sacerdotes com os anciãos, os escribas e com todo o conselho. E tendo amarrado Jesus, levaram-no e entregaram-no a Pilatos. 2 Este lhe perguntou: 

Leitor (L): "És tu o rei dos judeus?"

N: Ele lhe respondeu: 

Presidente (P): "Sim."

N: 3 Os sumos sacerdotes acusavam-no de muitas coisas. 4 Pilatos perguntou-lhe outra vez: 

L: "Nada respondes? Vê de quantos delitos te acusam!"

N: 5 Mas Jesus nada mais respondeu, de modo que Pilatos ficou admirado. 6 Ora, costumava ele soltar-lhes em cada festa qualquer dos presos que pedissem. 7 Havia na prisão um, chamado Barrabás, que fora preso com seus cúmplices, o qual na sedição perpetrara um homicídio. 8 O povo que tinha subido começou a pedir-lhe aquilo que sempre lhes costumava conceder.
9 Pilatos respondeu-lhes:

L: "Quereis que vos solte o rei dos judeus?"

N: 10 (Porque sabia que os sumos sacerdotes o haviam entregue por inveja.)
11 Mas os pontífices instigaram o povo para que pedissem de preferência que lhes soltasse Barrabás. 12 Pilatos falou-lhes outra vez: 

L: "E que quereis que eu faça daquele a quem chamais o rei dos judeus?"

N: 13 Eles tornaram a gritar:

Grupo (G): "Crucifica-o!"

N: 14 Pilatos replicou: 

L: "Mas que mal fez ele?"

N: Eles clamavam mais ainda:

G: "Crucifica-o!"

N: 15 Querendo Pilatos satisfazer o povo, soltou-lhes Barrabás e entregou Jesus, depois de açoitado, para que fosse crucificado. 16 Os soldados conduziram-no ao interior do pátio, isto é, ao pretório, onde convocaram toda a coorte. 17 Vestiram Jesus de púrpura, teceram uma coroa de espinhos e a colocaram na sua cabeça. 18 E começaram a saudá-lo:

G: "Salve, rei dos judeus!"

N: 19 Davam-lhe na cabeça com uma vara, cuspiam nele e punham-se de joelhos como para homenageá-lo. 20 Depois de terem escarnecido dele, tiraram-lhe a púrpura, deram-lhe de novo as vestes e conduziram-no fora para o crucificar. 21 Passava por ali certo homem de Cirene, chamado Simão, que vinha do campo, pai de Alexandre e de Rufo, e obrigaram-no a que lhe levasse a cruz. 22 Conduziram Jesus ao lugar chamado Gólgota, que quer dizer lugar do crânio. 23 Deram-lhe de beber vinho misturado com mirra, mas ele não o aceitou. 24 Depois de o terem crucificado, repartiram as suas vestes, tirando a sorte sobre elas, para ver o que tocaria a cada um. 25 Era a hora terceira quando o crucificaram. 26 A inscrição que motivava a sua condenação dizia: O rei dos judeus. 27 Crucificaram com ele dois bandidos: um à sua direita e outro à esquerda. 28.29 Os que iam passando injuriavam-no e abanavam a cabeça, dizendo: 
G: "Olá! Tu que destróis o templo e o reedificas em três dias, 30 salva-te a ti mesmo! Desce da cruz!"

N: 31 Desta maneira, escarneciam dele também os sumos sacerdotes e os escribas, dizendo uns para os outros: 

G: "Salvou a outros e a si mesmo não pode salvar!" 32 Que o Cristo, rei de Israel, desça agora da cruz, para que vejamos e creiamos!

N: Também os que haviam sido crucificados com ele o insultavam. 33 Desde a hora sexta até a hora nona, houve trevas por toda a terra. 34 E à hora nona Jesus bradou em alta voz:

P: "Elói, Elói, lammá sabactáni?",

N: que quer dizer: "Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?" 35 Ouvindo isto, alguns dos circunstantes diziam:

G: "Ele chama por Elias!"

N: 36 Um deles correu e ensopou uma esponja em vinagre e, pondo-a na ponta de uma vara, deu-lho para beber, dizendo:

L: "Deixai, vejamos se Elias vem tirá-lo".

N: 37 Jesus deu um grande brado e expirou. 38 O véu do templo rasgou-se então de alto a baixo em duas partes. 39 O centurião que estava diante de Jesus, ao ver que ele tinha expirado assim, disse:

L: "Este homem era realmente o Filho de Deus".

N: Palavra da Salvação! Glória a Vós, Senhor!

 

2. Meditação: O que o texto diz?  

Falar uma palavra ou frase que ficou mais forte do Evangelho.

Com o Domingo de Ramos iniciamos a Semana Santa, onde revivemos todo o mistério de nossa fé, Paixão, Morte e Ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo. No texto bíblico de hoje, deparamos com Jesus diante das autoridades política e religiosa da época, que veem em Jesus um "perigo para a sociedade". Jesus é interrogado, maltratado, torturado, preso, açoitado, humilhado, desprezado, escarnecido e colocado aos mais bárbaros sofrimentos de dor física, psíquica e moral. Depois, o crucificaram. Jesus clama ao Pai: "Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?" O véu do templo rasgou-se. O centurião reconhece Jesus como "O Filho de Deus".

 

3. Contemplação: O que a Palavra me leva a experimentar?

A Palavra de hoje me leva a experimentar uma forte confiança e entrega a Deus em todas as situações da vida, e, a um comprometimento com todas as pessoas, de modo especial, com as mais excluídas da sociedade. Jesus se entrega por amor. E sua morte lembra os mais desprezados daquela época, o castigo supremo, crucifixão. As autoridades continuam a desprezar os pequeninos de nossa época. Jesus continua sendo martirizado, crucificado em cada irmão que sofre a violência da exclusão, da indiferença, da desigualdade, da injustiça, da corrupção, tirando o direito de uma vida mais digna, saudável, realizada e feliz de milhares de irmãos e irmãs.

O véu do templo se rasgou. Não há mais véu. O mistério é revelado. Não há mais separação. Todos temos o mesmo direito e o mesmo dever. Os pagãos começam a reconhecer que Jesus é, de fato, "O Filho de Deus". O Evangelho é anunciado a toda humanidade. Jesus veio para todos os povos.


4. Oração: O que a Palavra me leva a falar com Deus?

Fazer uma pequena oração de acordo com o texto.

Salmo - 21/22

Meus Deus, me Deus, por que me abandonastes?

Riem de mim todos aqueles que me vêem, torcem os lábios e sacodem a cabeça: "Ao Senhor se confiou, ele o liberte e agora o salve, se é verdade que ele o ama!"

Cães numerosos me rodeiam furiosos, e por um bando de malvados fui cercado. Transpassaram minhas mãos e os meus pés e eu posso contar todos os meus ossos.

Eles repartem entre si as minhas vestes e sorteiam entre si a minha túnica.
Vós, porém, ó meu Senhor, não fiqueis longe, ó minha força, vinde logo em meu socorro!

Anunciarei o vosso nome a meus irmãos e no meio da assembleia hei de louvar-vos! Vós que temeis ao Senhor Deus, dai-lhe louvores, glorificai-o, descendentes de Jacó, e respeitai-o, toda a raça de Israel!

 

5.  Ação: O que a Palavra me leva a realizar?

Escolher um compromisso para a vida.

Visitar uma pessoa que está passando por um momento difícil. Escutar o seu desabafo. Não condenar. Falar da confiança e entrega de Jesus ao Pai. Rezar com a pessoa o Sl 21.


Bênção:

Meu Deus, obrigado(a) por tudo que farás hoje.

Obrigado(a) porque sei que nunca irá me desamparar, que mesmo nos momentos mais difíceis da minha vida o Senhor sempre estará presente.

Obrigado(a) pelas desilusões, elas me ensinaram que não devo colocar todo o meu coração em nada que existe aqui na terra e que fazendo isso sofrerei menos quando algo não der certo.

Obrigado(a) pelas lágrimas, pois elas lavam a minha alma e me fazem enxergar as coisas de forma diferente.

Obrigado(a) por colocar em meu coração o dom de perdoar e assim sendo sei que sempre serei perdoado(a) por Ti.

Obrigado(a) Senhor pelo amanhecer, ele me mostra que sempre posso recomeçar.

Obrigado(a) também pelo anoitecer ele me faz lembrar que tudo nessa vida é passageiro e que nenhum momento da vida seja bom ou ruim durará para sempre.

Obrigado(a) pela consciência que tenho de que tudo nesta vida depende unicamente de Ti e que um dia todos possam enxergar que sem Ti não somos nada. Amém.


Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém!


Cantar: Prova de amor maior não há/ Que doar a vida pelo irmão.

 



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